quarta-feira, 21 de março de 2012

Louise Brooks

Ela foi a primeira atriz a usar este corte lindo de cabelo...mais tarde batizado como "chanel" !
Ela era ousada, linda e amava gatos! 
Não sei porque sou fã dela...





Mas mesmo assim a graça permanece, apesar de o rosto ter mudado...
Você continua a mesma... 
(Pandora's Box - OMD)
1906 - 1985

domingo, 18 de março de 2012

O Filme que superou Bram Stocker e Coppola

Passam-se 20 anos e o longa mais famoso de todos os tempos continua atraindo seguidores


Por Aline Barbosa

Quem nunca leu algum livro de ação, drama ou romance e pensou que se virasse filme seria legal? Apesar de Drácula de Bram Stocker não se encaixar em roteiros normais, o Best Seller ganhou fama também no cinema em 1992.


O livro, tornou-se um clássico do terror, apesar de ter demorado algum tempo a ser reconhecido pelo grande público. Francis Ford Coppola apostou e garantiu sucesso com o romance de Stocker. Tendo no papel principal Gary Oldman e Winona Ryder, como sua amada Mina.

Inspirado na vida real de Vlad Tepes III, um príncipe que vivera na Romênia e era conhecido por seus atos de crueldade para com os inimigos. Para Stocker a história de Vlad ultrapassa o limite da vida, estendendo-se para a eternidade, na figura do vampiro.

Nem tão fiel ao livro, a versão cinematográfica de Coppola ganhou 3 Oscars (efeito sonoro, figurino e maquiagem), sendo ainda indicado como melhor direção de arte.”Gary Oldman encarna o coisa ruim de uma forma tão fascinante, que ninguém torce pelo marido sem sal de Mina”, diz Alice Correia da Silva, 19, estudante de Cinema.

O enredo é revestido desde o princípio com um erotismo tanto nas falas quanto nas atitudes. Diferente de Nosferatu (1922) de F.W. Murnau, onde vampiros eram idealizados com uma imagem macabra de feias criaturas que matavam por sangue. “Ele trouxe a melhor interpretação que já tenha existido do vampiro, com seus traços de sadismo ou romântico, seja envelhecido ou disfarçado de jovem (quando está próximo a Mina)”, diz Thiago Rahal Mauro, 24 colaborador da revista Roadie Crew.

Esse Vampiro tão famoso foi usado em muitas histórias e paródias independentes do romance original, sendo usado até hoje por diversos autores em diversas mídias, sendo tema recorrente na cinematografia mundial. Seja o livro ou filme Drácula sempre terá seu encanto mórbido. É intemporal, um clássico que atemoriza gerações.

sábado, 17 de março de 2012

Ahhh São Paulo...

Por Aline Barbosa

Há dias em São Paulo, que tudo está cheio.
Dias em que cansam só de pensar!
O ônibus é um forno, o metrô uma lata de sardinha e as ruas um formigueiro.
De noite, tudo muda! O calor se vai e no lugar aparece a brisa em contraste com as luzes!
Junta-se tudo! Cabelos coloridos com gostos antigos.
Os carros desgovernados misturam-se com as motos desenfreadas, tudo em questão de segundos. Imagens que vão e voltam  e ilustram memórias da arquitetura desbotada e clássica da cidade poluída pelo Tietê.
O belo em contraste com o feio...moderno e mórbido.
Ahhhhh... São Paulo das noites agitadas, da pizza, dos teatros e da incessante tentativa de escapar da monotonia da manhã cansativa.
São varandas e jarros, cisne e anjos a dançarem nos mosaicos entre cátedras.
E nesta São Paulo que se agita desconhecida em afazeres, labuta de sentimentos, de desejos, num dia a dia que nunca se refaz, sempre recomeça.
São Paulo de suas maravilhas...
Do Museu do Ipiranga á Pinacoteca, a arte em mosaicos mostrando uma história pouco conhecida.
Paulista brilhante de arranha-céus, das pessoas sérias e bem comportadas sobre seus ternos e saltos. A economia que é conhecida pelas torres da avenida e pelos jornais.
O Centro dos catadores de papeis e seus cachorros, eternos acompanhantes...
Da 25 de Março, da São Bento e Sé...
A verdade é que, pensando nisso, não me ocorrem muitas paisagens urbanas mais belas que aquelas que eu descubro a cada passeio pela cidade.
Se não fosse tudo isso, não seria São Paulo...
Aprender sobre este cansaço de eternamente recomeçar é viver nessa cidade.
E como diz a canção... “Alguma coisa acontece no meu coração quando cruzo a Ipiranga com a Avenida São João...”


quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Criatividade e libertação

A arte como criação e exposição do sentimento humano


Por Aline Barbosa

O homem, em um determinado momento descobriu maneiras de criar objetos para satisfazer suas necessidades práticas. Suas primeiras ferramentas foram as mãos e a expressão, isto é, uma linguagem e todos os expedientes por meio dos quais um se comunica com outro. Assim, houve uma relação com a realidade, e o mundo exterior.

O termo arte surgiu para estender a comunicação entre grupos. É uma criação com valores estéticos (beleza, equilíbrio, harmonia e revolta), que sintetizam as suas emoções, história, sentimentos e cultura. Para compreender uma obra de arte do nosso tempo e também de épocas passadas, é necessário considerar sua natureza e os princípios pelos quais foi estruturada.


Para a professora de história da arte Audryn Melo Taliateli, 35, foi na Pré-História, que o homem obrigado a viver em cavernas, “aprendeu a utilizar pedaços de pedra, madeira e osso para confeccionar os primeiros instrumentos a fim de agir no meio ambiente e contar sua história”, explica.

Na Idade Média, com o triunfo do cristianismo, uma nova mentalidade estava se consumando. As igrejas começaram a receber maior atenção na Arte Bizantina e Gótica, demonstrando verticalidade e alongamento exagerado das formas.

O Renascimento com o seu humanismo e valorização da natureza, veio em oposição ao divino e o sobrenatural. “Simplicidade na construção, a escultura e a pintura se desprendem da arquitetura e passam a ser autônomas”, observa a professora.

Para romper com o equilíbrio entre o sentimento e a razão renascentista, aparece o Barroco, cheio de efeitos visuais. Através de seu desdobramento nasce o Rococó. Com seu exagero de formas curvas e pela profusão de elementos decorativos, tais como conchas, laços e flores.

Já no século XIX uma nova tendência estética predominou nas criações dos artistas europeus. Trata-se do Neoclassicismo, com o academicismo nos temas e nas técnicas, isto é, sujeição aos modelos e às regras ensinadas nas escolas ou academias de belas-artes.

No Romantismo os artistas procuraram se libertar das convenções acadêmicas em favor da livre expressão da personalidade. Já o Impressionismo revolucionou profundamente a pintura e deu início às grandes tendências da arte do século passado.

Com uma pintura dramática, subjetiva, que expressa o sentimento humano, vem o Expressionismo. “É a arte do instinto, deforma-se a figura, para ressaltar o sentimento. Diferente do Cubismo, que tenta representar os objetos em três dimensões, percebendo todos os planos e volumes”, diz Audryn.

Representando os componentes mais ostensivos da cultura popular, de poderosa influência na vida cotidiana na segunda metade do século XX, surge a Pop Art. “Com o objetivo da crítica irônica do bombardeamento da sociedade pelos objetos de consumo, ela operava com signos estéticos massificados da publicidade, quadrinhos e ilustrações famosas”, conclui a professora.
Todas as manifestações artísticas aparecem como meio de vida, para que o mundo saiba o que pensa, para divulgar as suas crenças, estimular e distrair a si mesmo e aos outros.

domingo, 15 de janeiro de 2012

O estilo Hitchcock de ser

Extrema inventividade na narrativa visual e um toque especial de medo

Por Aline Barbosa




Quem não se lembra da famosa cena de suspense do filme Psicose? No cinema Hitchcokiano, a música forte e os efeitos de luz, criam uma tensão pouco a pouco no telespectador, enquanto o personagem não tem consciência do perigo.




Alfred Joseph Hitchcock nasceu dia 13 de agosto de 1899, em Essex (atual Londres). Foi considerado o mestre dos filmes de suspense, sendo um dos mais conhecidos e populares realizadores de todos os tempos.


Seu pai vendia frutas e verduras, e ele tinha mais dois irmãos. Recebeu uma rígida educação católica na escola londrina St. Ignatius College. Perdeu o pai aos 14 anos, deixou a escola e começou a trabalhar na companhia Henley, como fabricante de cabos elétricos, onde desenvolveu trabalhos em design gráfico de publicidade.


Em 1920, com um emprego na Famous Players-Lasky, da Paramount Pictures, começou enfim sua carreira cinematográfica. Durante dois anos, ele fez o "cartão" que aparecia em diálogos de filmes mudos, e logo aprendeu a criar roteiros e a editar. 
Em 1922, tornou-se cenógrafo e assistente de direção. No mesmo ano fez seu primeiro filme, chamado Number Thirteen, mas o projeto foi abandonado, depois disso entre 1923 e 1925, Hitchcock trabalhou em Berlim, na UFA (Universum Film AG).


A sua criatividade surpreendeu os dirigentes do estúdio, que decidiram promovê-lo a diretor e, em 1925, ele ganhou a primeira chance como diretor no filme The Pleasure Garden, feito na Alemanha. Em 1926 estreou no suspense com o filme O inquilino. Este filme seria o seu primeiro sucesso, baseado nos assassinatos de Jack, o Estripador. 


A partir daí, Hitchcock faria pelo menos uma aparição em cada uma de suas produções, o que se tornaria uma das suas marcas. No mesmo ano, casou-se com Alma Reville. Ela era assistente de diretor e trabalhava com ele na Paramount. 


Tiveram dois momentos marcantes em sua carreira. No primeiro trabalhou na Gaumont-British Picture Corporation, considerado seu período inglês. Seu primeiro filme para a companhia chamou-se O Homem que Sabia Demais, de 1934, que seria refilmado em 1956 com outros atores.


Hitchcock mudou-se para os Estados Unidos em 1939 e tornou-se cidadão norte-americano em 1955. O segundo foi em Hollywood, onde ganhou prestígio por seus trabalhos. 
 Em Psicose (1960), acontece uma das cenas mais conhecidas da história do cinema, a famosa cena do chuveiro, quando a personagem de Janet Leigh é assassinada a facadas. 


Já em Os Pássaros (1963), o filme inovou na trilha sonora e em efeitos especiais, e por este motivo foi nomeado para o Oscar. Em 1980, Alfred Hitchcock recebeu a KBE da Ordem do Império Britânico, da mãos da Rainha Elizabeth II. Ele morreria quatro meses depois, de insuficiência renal, em sua casa em Los Angeles.

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012


A digitalização na arte de fotografar
As mudanças do modo analógico à ascensão da forma digital da fotografia


Por Aline Barbosa

A necessidade do ser humano de registrar imagens é muito antiga.  A fotografia surgiu na primeira metade do século XIX. Sua evolução deve-se a astrônomos e físicos que observavam os eclipses solares por meio de câmeras obscuras, princípio básico da máquina fotográfica. Ela vem sofrendo grandes modificações até os dias de hoje.

Até algum tempo atrás o ato de fotografar consistia em expor, um filme recoberto de substâncias químicas fotossensíveis à luz.  Após esse processo, o filme era submetido à estabilização e posteriormente a imagem tinha de ser transferida para papel fotográfico.
Com os avanços obtidos principalmente na área de engenharia eletrônica trouxe, entre outras maravilhas tecnológicas, a fotografia digital. A praticidade é um ponto forte dessa evolução.

Basta fotografar e transferir para o computador, pois utiliza um sensor digital, que capta a imagem e armazena em um cartão de memória. “A mudança não se trata tanto do aumento da qualidade ótica, mas, sobretudo para tornar a fotografia mais ágil e barata”, diz Erick Lima, 38, fotografo.
Os sistemas digitais simulam os sistemas analógicos. As câmeras digitais funcionam basicamente da mesma forma que as “de filme”, porém permitindo mais flexibilidade e liberdade.

“As novas tecnologias não foram desenvolvidas pensando em preservar, o que existe é apenas uma corrida tecnológica. A imagem digital veio para ficar. Não para substituir o que já foi conquistado, mas para facilitar a nossa vida, agregando novos valores”, explica o fotografo.
A fotografia deu ao homem uma visão real do mundo, mostra a modernidade diante desse novo cenário cheio de mudanças a cada segundo.

domingo, 26 de junho de 2011

Fantasmas de São Paulo

Igualmente arrepiantes as lendas sobrenaturais viram atração turística 

Por Aline Barbosa
Já pensou em passar férias visitando lugares mal-assombrados? Em São Paulo, tudo isso é possível. Há 500 anos, os índios acreditavam que a região onde está o centro da capital, era um lugar carregado de energias negativas. Inspirados pela cultura do medo e pela curiosidade macabra da população, as agências de turismo optaram por traçar roteiros que mostram o lado obscuro da cidade.
Carlos Roberto Silvério, dono da agência de turismo Graffit, percebendo a fama assustadora que alguns lugares, criou o roteiro “São Paulo de Outro Mundo”. “Queríamos mostrar a cidade de uma forma diferenciada. Ela tinha esse atrativo de lendas e mitos urbanos, fomos motivados pela necessidade do paulistano em ir além da própria cidade”.
O roteiro inclui visitas a cemitérios, como o da Consolação. “É a paixão. Os aficionados por arte tumular gostam muito”, diz o Silvério. A Casa da Dona Yayá, no Centro, também é visitada. Rica herdeira paulistana, Sebastiana de Mello Freire, mais conhecida como Dona Yayá, tinha problemas mentais. Em 1920, por recomendação médica, mudou-se para a chácara, que ganhou seu nome. O lado “mal-assombrado” da questão está no fato de pessoas afirmarem que a ilustre moradora vaga por ali.
Quem estava acostumado em ter apenas roteiros clássicos como o Museu do Ipiranga, o Parque do Ibirapuera ou o Memorial da América Latina ganhou uma essa diferente opção. A procura começou entre os góticos, mas depois de um tempo caiu no gosto dos moradores, de turistas do interior paulista, de outros estados do Brasil e do exterior. “Fizemos uma pesquisa profunda em bibliotecas e acervos para ter informações suficientes para viabilizar o projeto”, explica Silvério.
Para a estudante Viviane Costa, os pontos de mais destaques do passeio estão localizados no bairro da Liberdade. “Tanto Capela dos Aflitos, quanto a Igreja Santa Cruz das Almas dos Enforcados têm como principal história a morte de um dos mitos do local: o soldado Francisco José das Chagas, o “Chaguinha”, que foi enterrado no antigo cemitério, que hoje em dia fica situado os dois locais. Alguns acreditam até hoje que a alma dele vague pela capela construída em sua homenagem”.
Ela acredita que roteiros como esse vem para suprir uma lacuna no turismo da cidade e mostrar que São Paulo também tem muita história quase desconhecida. “Fui a lugares de mau agouro e a locais em que foram cometidos crimes desde a época de São Paulo colônia até hoje. Até existe este tipo de passeio, mas é difícil as pessoas irem atrás disso, além da divulgação, que é fraca. Fui uma vez e iria novamente, pois iniciativas como essa precisam ser incentivadas”.

sábado, 7 de maio de 2011



É...voltei!
Estava sem tempo nenhum, totalmente atarefada...ó vida viu XD Mas estou tão feliz s2

Algumas coisas mudaram... entre elas:

1ª voltei para faculdade (porque fazer dp é tudoooooo)
2ª tenho twitter agora ( aprendi a usar! :P "www.twitter.com/amora_lih")
3ª engordei (y), mas ainda não estou parecendo a vodka!
4ª voltei a usar franjinha
5ª lendo o vampiro lestat da anne rice

Acho que já está bom né oO
Beijo ouçam Horrorpops!

E ai? Alguém acha que o Ozaminha morreu mesmo?


:*

segunda-feira, 28 de março de 2011

Ai ai coração...

E se eu te dissesse que tudo estava predestinado?
Você acreditaria em mim? Você concordaria?
É quase como aquele sentimento que nós já nos conhecemos antes
Então me diga que você não acha que eu estou louca
Quando eu te digo que o amor é aqui e agora
 
Um momento como este
Algumas pessoas esperam a vida toda por um momento como esse
Algumas pessoas procuram para sempre por um beijo especial
Oh, eu não consigo acreditar que está acontecendo comigo
Algumas pessoas esperam a vida inteira por um momento como este


Tudo muda, mas a beleza permanece
Algo tão carinhoso, eu nao consigo explicar
Bem eu talvez esteja sonhando, mas eu continuo acordada
Podemos fazer esse sonho durar para sempre?
E eu irei valorizar todo amor que nós compartilhamos
 
Poderia este ser o melhor amor de todos?
Eu quero saber que você vai me segurar quando eu cair
Então me deixe lhe dizer isso...
 
Eu te amo!!!
Homem da minha vida!


domingo, 27 de março de 2011

Olá final de semana...

Nem te conheci direito...
E, ja estou dando adeus tão cedo!

domingo, 20 de março de 2011

Todas as partes de mim...

Este texto todo é uma carta de amor à Lilith que habita em mim – ou será que sou que habito nela?
Eu a vejo não como uma coisa separada de mim. Não a vejo como um aspecto meu; mais que nada, eu sou um aspecto dela. Digamos que eu sou uma expressão dela, sou uma das faces dela no mundo físico.
Não que eu creia que Lilith (ou qualquer das outras deusas) é um ser como o Deus católico, um ser personificado, individual e com consciência própria. As deusas, neste caso, são arquétipos e forças primordiais: “energias”, por assim dizer, que se expressam através dos seres humanos.
Uma metáfora para explicar melhor meu pensamento, seria comparar essa energia com a energia elétrica: nós somos os fios, tomadas e aparelhos que a conduzem e funcionam através dela.
A energia de Lilith me guia e me protege. Ela permite que eu saiba me defender, e defender meu espaço; que eu tenha força para vencer as batalhas necessária, e intuição para perceber quando estou em perigo.
Lilith é quem faz com que eu saiba meu exato valor – nem mais, nem menos. Ela também me mostra o valor real e exato das outras pessoas, vendo além das aparências e do status social.
Ela me mostrou que os lugares escuros do meu mundo interior nem sempre estão ligados ao mal, e me ensinou a caminhar por esses lugares escuros. Me ensinou a aceitar todos os aspectos e todas as partes de mim mesma, sem relegar nenhuma dessas partes ao esquecimento.
Me ensinou a olhar para os demônios que guardo em mim, e a não temê-los; mas nomeá-los, reconhecê-los, e lidar com eles diretamente.
Ela é quem permite que eu diga não, que eu vire as costas e vá embora, quando me vejo em uma situação abusiva ou que não é apropriada para mim; assim como ela fez, abandonando o Éden.
Eu poderia falar e falar, listando todas as coisas que se expressam em mim através de Lilith; ela permeia todos os aspectos do meu ser, principalmente aqueles através dos quais eu atuo no mundo exterior.
Lilith me confere força, poder, intuição e sabedoria. Ela sabe o que é certo e o que não, o que é apropriado e o que não.
Para finalizar, proponho: recupere sua Lilith. Mesmo que ela não seja sua deusa principal, os benefícios de tê-la presente em sua vida são extraordinários
She decides, she creates...


In perfect harmony...

sexta-feira, 18 de março de 2011

Querido Jacob...


Para começar...
Pára de ficar me olhando com essa cara de cachorro sem dono! Eu sei que você é fiel, fofo, domesticado e vacinado (e isso é perfeito!).
Mas, em dias quentes você não serve para muita coisa. É super calorento, pensa, eu iria derreter  abraçada  a você nesse sol tropical, querido!
E outra, pulgas. Eu detesto pulgas. Tenho alergia só de pensar.  Aquelas bolinhas que ficam coçando até sangrar. Ai... sai pra lá.
Ai desculpa! Já disse para não me olhar com essa cara de cachorro sem dono!!!
E esses amigos cachorros? Como vou apresentar minhas amigas gatinhas? Já pensou na tragédia???
E mais uma coisinha...
Já pensou em como seria a casa? Lotada de pêlos e ...  enfim ...por todos os lados. E, digamos, que você é cinqüenta vezes maior que um cão normal. Agora me fala: como vou limpar toda essa sujeira?
Não sou para você. Gosto de banhos e você não sabe o que é isso tem quase três semanas! Como pode?
Me perdoe Jacob...
Mas agora sabemos por que a Bela escolheu o Edward, né?
Ele exala perfume e você cheira a baba!
Tirando que nunca vi ninguém comer tanto. Meu salário vai apenas para comprar biscoitinho canino.
Jacob, você é um bom garoto.
Se eu tivesse quinze anos, fosse roqueirinha (grunge ou hard, porque o cheiro ia ser parecido) você seria o homem da minha vida. Mas, enfim...
Espero que você encontre uma garota que te faça feliz e curta suas pulgas.
Cuide-se e não se esqueça de ir ao veterinário sempre.

E por favor para de comer meus sapatos...ok? Te dou um bonequinho do Edward pra morder!

 
 
True colors are beautiful,
Like a rainbow...

quarta-feira, 16 de março de 2011

Ajudem na divulgação, é importante!





Nos dias 26/3/2011 e 27/03/2011 - Será realizado no Bairro da Liberdade o Festival Beneficente para as vítimas das catástrofes no Japão.
O Festival será aberto com várias apresentações, barracas e outros atrativos. 







(:

ó vida ...ó céus!


Estou virada no jiraya...

Mas vou bem, obrigada (:

segunda-feira, 14 de março de 2011

domingo, 13 de março de 2011

O que eu também não entendo!


Sou uma pessoa movida pelos sentimentos, e qualquer coisa me deixa emotiva. Não sei explicar muito bem o que é isso, ou porque acontece.  Só sei que quando acontece algo muito triste com alguém que conheço, logo fico mal com aquela depressão chatinha. E hoje, estou assim. Será que sou tão estranha assim? Ou acabo me colocando no sofrimento dos outros? Sei la... Só sei que continuo ai... sem entender. Quem sabe um dia deixo de ser assim.

And I know these voices in my head are mine alone

Aii preguiça....

Claro, domingo é considerado o dia mundial da preguiça e eu estou com esse bichinho... O dia está lerdo, não vou ver meu mimi >.< e ainda por cima estou morrendo de fome.


Estou escrevendo um texto sobre todas as pérolas do meu trabalho, quando ficar pronto eu posto aqui. 

“Por que passar seis horas e vinte atendendo pessoas com cérebro de azeitona não tem preço”
Por isso, NUNCA³ tenha uma conta no Itaú. O banco feito para desgraçar você (:

Enquanto isso no mundo da bonequinha de luxo...
Estou ouvindo umas das melhores bandas (na minha opinião) do mundo.

Com vocês...INKUBUS SUKKUBUS


Normalmente se associa a idéia de música pagã a coisas meio new age na linha de Loreena McKennitt. Nada contra Loreena, mas isso não é exatamente verdade. Existem pagãos que fazem um rock bem jeitosinho. Um bom exemplo, praticamente desconhecido no Brasil, é a banda inglesa Inkubus Sukkubus.


A banda foi formada na Inglaterra em 1989  por  Tony McKormack, Candia Ridley e Adam Henderson,quando se conheceram na faculdade estudando designer gráfico.Inicialmente a banda se chamava ”Incubus Succubus”,desde o ínicio a proposta da banda era divulgar o paganismo. 

Formalmente, é uma banda gótica, tanto no visual quanto no instrumental, com boas guitarras, alguns teclados e, infelizmente, uso de bateria eletrônica. Mas, principalmente, tem uma temática que foge daquele padrão "o-mundo-é-uma-merda". Tem sombra, mas também tem luz. E tem a voz de Candia...( Que é perfeitaaaaaaaaaaaaaaaaa *o*)


Em 91 lançam o single  “Beltaine” que continha a faixa título e a faixa “Trinity”.No ano seguinte saí o álbum “Belladona & Aconite”,nessa época a banda já começava a ganhar reconhecimento na Inglaterra.

Três anos após lançarem o single é a vez do álbum “Wytches”,nessa época tocam ao lado de bandas como Nosferatu,The Mission, The Damned,Patricia Morrison,The Marionettes…Aparecem em várias coletânias e festivais  importantes. Um ano depois trocaram o nome da banda para Inkubus Sukkubus por razões numéricas.


Em 23 de novembro de 1996  a banda é convidada a se apresentar no 25 º aniversário da  Conferência Anual da Federação Pagã. O dia foi um grande sucesso  onde tocaram para uma multidão entusiástica . Meus discos favoritos são Wytches (o único com bateria de verdade), Wild ("Storm", "Rune", "Aradia" e a faixa-título são matadoras) e Vampyre Erotica (a versão para "Paint It Black" encheria os Stones de orgulho). Já os dois últimos discos acho bem mais fraquinhos, mais góticos até na temática.




Agora noticias que vão mudar a minha vida e a sua, é claro!
"Ashton Kutcher passeia com cinco cachorros ao mesmo tempo"

E os tsunamis que devastaram o Japão, não são quase nada perto disso. -.-‘
(Sinto vergonha alheia...juro!)

Até mais...



quinta-feira, 10 de março de 2011

Feitos com amor e rock n' roll!


Por incrivel que pareça, descobri que adoro cozinhar. Apesar de ser um tanto quanto destraída e dando um trabalho extra para o meu namorado, que precisa ficar de olho para que eu não bote fogo em nada, acabei percebendo essa paixãozinha por comidas fofas e uma delas eu amoooo³³³:


CUPCAKES *__________________*


Popular nos anos 50 onde o rock n' roll predominava e as mocinhas de familia tornavam-se menos recatadas, uma delicia  antiga e pouco conhecida ganhava as donas de casa e todo mundo da família.


O bolinho de xícara foi apresentando ao mundo em 1928 nos Estados Unidos, onde teve sua primeira receita encontrada no livro que pertencia a Eliza Leslie. 

A grande necessidade de se fazer bolos rápidos que não ocupavam tanto espaço, rompeu com todas as tradições da culinária da epóca. Suas receitas eram medidas dentro de xícaras, diferente dos bolos tradicionais que tinham massa pesada e necessitavam de horas de forno. 


No inglês britânico, nosso querido-idolatrado cupcake tem o nome de "bolo de fada", por causa de seu tamanho, que seriam perfeitos para uma festa desses seres brilhantes e felizes (:


A grande diferença dos cupcakes brasileiros para os originais americanos está na textura e doçura. Enquanto os cupcakes americanos tem a massa super seca e cobertura extremamente doce (chamada de buttercream = creme de manteiga, que leva manteiga e açucar) os feitos aqui acabaram se adaptando ao nosso paladar brasileiro, com uma massa mais molhadinha, recheios e coberturas não tão doces.

Nao importa a ocasião, os cupcakes são sempre bem aceitos. Meus filhos comeram muitos e muitos. 

E que essa maravilha continue fazendo sucesso *____*

Até mais...